A Junta de Freguesia de Gondufe recusou transportar, para o jardim de infância, uma menina desta freguesia. A indiferença e passividade assumidas pelo vereador da Educação, Franclim Sousa, em relação a este caso, merece o nosso total repúdio. Não é digna de um Portugal de Abril.
A CDU relembra que este caso indicia uma discriminação sem limites, atentando inclusivamente contra os mais elementares direitos das crianças, e exige uma tomada de posição oficial por parte da vereação da educação do Município. Esta atitude já está a causar problemas psicológicos à menina de cinco anos, que naturalmente não percebe a razão pela qual não pode ir para a escola com os seus colegas.
Condenamos veemente a atitude prepotente do presidente de Junta e o “não tenho nada a ver com o assunto” do vereador. Exigimos dele um princípio de suposta coerência com o seu actual slogan de: “O presente com futuro”.
Isto prova que do poder à prepotência existe uma linha bastante ténue. Mas quanto a isso, vamos continuar sempre atentos e dispostos a denunciar.
A CDU E O CONCELHO
A CDU EXIGE MAIOR AUTONOMIA PARA AS JUNTAS DE FREGUESIA
A CDU apresentou ao Município as suas propostas para a elaboração das Grandes Opções do Plano e Orçamento para o ano de 2010.
Para além das questões sobre a criação de emprego e o combate ao desemprego, a revitalização da indústria, do comércio e da agricultura do Concelho, muitas outras medidas urgentes nos preocupam. As questões Ambientais, a Zona Ribeirinha, o Centro Histórico e o Comércio Local foram também temas abordados nas nossas propostas.
Defendemos que o Município deve dotar as Juntas de Freguesia de maior autonomia financeira transferindo-lhes 20% das receitas totais previstas no Orçamento Municipal. Aumentar o poder de decisão local, diminuindo a subserviência e a dependência do executivo Camarário, é um objectivo que consideramos prioritário.
É que defender a regionalização junto do poder central e, ao mesmo tempo, não dotar as Freguesias de capacidade financeira não é de todo coerente.
A CDU apresentou ao Município as suas propostas para a elaboração das Grandes Opções do Plano e Orçamento para o ano de 2010.
Para além das questões sobre a criação de emprego e o combate ao desemprego, a revitalização da indústria, do comércio e da agricultura do Concelho, muitas outras medidas urgentes nos preocupam. As questões Ambientais, a Zona Ribeirinha, o Centro Histórico e o Comércio Local foram também temas abordados nas nossas propostas.
Defendemos que o Município deve dotar as Juntas de Freguesia de maior autonomia financeira transferindo-lhes 20% das receitas totais previstas no Orçamento Municipal. Aumentar o poder de decisão local, diminuindo a subserviência e a dependência do executivo Camarário, é um objectivo que consideramos prioritário.
É que defender a regionalização junto do poder central e, ao mesmo tempo, não dotar as Freguesias de capacidade financeira não é de todo coerente.
UMA ACÇÃO FIRME E RESPONSÁVEL NA DIGNIFICAÇÃO DO PODER LOCAL DEMOCRÁTICO
No final de 2008 a Assembleia Municipal de Ponte de Lima, discutiu as Grandes Opções do Plano e Orçamento para o ano de 2009, para o qual a CDU apresentou as suas propostas, sugestões e medidas concretas que a serem adoptadas, seguramente, contribuiriam para o desenvolvimento harmonioso do Concelho de Ponte de Lima e para uma melhor qualidade de vida da população limiana.
A CDU ao longo do ano pautou a sua acção em coerência com o Conteúdo Programático apresentado à população limiana. Tem sido uma acção política firme, coerente e rigorosa no levantar de questões prementes que afectam o Concelho nos vários sectores desde os económicos, sociais, ambientais, da agricultura, da saúde, etc., apresentando diversas propostas e sugestões para solucionar tais problemas.
O Eleito da CDU na Assembleia Municipal com a sua postura responsável, firme e coerente, pela qualidade e importância das questões levadas a discussão, tem tido um papel fundamental para a dignificação deste importante Órgão do Poder Local democrático.
Em 29 de Fevereiro de 2008 a Assembleia Municipal debruçou-se sobre a Elaboração de um Plano estratégico económico e social do Concelho. A CDU mais uma vez em coerência com as suas responsabilidades, apresentou importantes dados e medidas em relação ao Concelho e ao distrito, que identificam as dificuldades e sugerem as medidas a implementar para a superação dos problemas.
Pela sua importância reproduzimos neste blogue a intervenção feita nessa Assembleia.
A CDU ao longo do ano pautou a sua acção em coerência com o Conteúdo Programático apresentado à população limiana. Tem sido uma acção política firme, coerente e rigorosa no levantar de questões prementes que afectam o Concelho nos vários sectores desde os económicos, sociais, ambientais, da agricultura, da saúde, etc., apresentando diversas propostas e sugestões para solucionar tais problemas.
O Eleito da CDU na Assembleia Municipal com a sua postura responsável, firme e coerente, pela qualidade e importância das questões levadas a discussão, tem tido um papel fundamental para a dignificação deste importante Órgão do Poder Local democrático.
Em 29 de Fevereiro de 2008 a Assembleia Municipal debruçou-se sobre a Elaboração de um Plano estratégico económico e social do Concelho. A CDU mais uma vez em coerência com as suas responsabilidades, apresentou importantes dados e medidas em relação ao Concelho e ao distrito, que identificam as dificuldades e sugerem as medidas a implementar para a superação dos problemas.
Pela sua importância reproduzimos neste blogue a intervenção feita nessa Assembleia.
NAS AUTARQUIAS, NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, NO PARLAMENTO EUROPEU - CDU PARA UMA VIDA MELHOR
Declaração CDU 2009
1.
A CDU - coligação eleitoral que reúne o Partido Comunista Português, o Partido Ecologista Os Verdes e a Associação Intervenção Democrática - é comprovadamente um espaço de participação de milhares de cidadãos e cidadãs independentes. Sabem-no todos os homens e mulheres que, sem filiação partidária, encontram ano após ano na CDU, nas suas listas e no activismo político da coligação, o lugar para uma enriquecedora intervenção cívica e política.
2.
Pelo seu percurso e acção, pelos partidos que a integram e pela empenhada intervenção de milhares de homens e mulheres que lhe dão corpo e vida, a CDU é a força que dá segurança e garantia de uma política de verdade, sempre presente e solidária com a luta em defesa dos direitos e aspirações das populações, dos trabalhadores e do povo, sempre presente na defesa e afirmação do interesse e soberania nacionais.
Na CDU, e na intervenção dos seus eleitos locais, está presente um reconhecido património de trabalho e realizações, uma distintiva qualidade na intervenção e gestão de centenas de autarquias, uma inegável obra realizada na valorização urbana e cultural de numerosos concelhos e freguesias do país, uma acção em defesa do poder local democrático e um percurso marcado pelo trabalho, honestidade, competência e isenção. Na defesa intransigente dos interesses populares, na acção empreendedora de apresentação de propostas e soluções mas também, nas provas dadas pelo trabalho desenvolvido a CDU afirma-se como uma força portadora de um projecto de futuro com a energia, a capacidade e o saber indispensáveis à construção de uma vida melhor. Na CDU, e na intervenção dos seus deputados eleitos na Assembleia da República, marca presença uma qualificada acção parlamentar estreitamente ligada ao pulsar da vida e das aspirações populares, identificada com a defesa das conquistas e direitos que Abril consagrou, combinando uma firme atitude de denúncia e combate às políticas que avolumam injustiças e liquidam direitos com uma reconhecida iniciativa de afirmação de soluções que respondem aos principais problemas do país, dos trabalhadores e do povo e que testemunham que há um outro rumo e um outro caminho capaz de abrir um futuro de esperança numa vida melhor.Na CDU, e no papel desempenhado pelos seus deputados no Parlamento Europeu, reside um combativo e firme trabalho em defesa dos interesses nacionais e um decidido combate ao neoliberalismo, ao federalismo e ao militarismo que marcam o processo de integração capitalista da União Europeia. A acção da CDU no Parlamento Europeu na defesa intransigente da produção nacional, dando voz às reclamações e direitos dos agricultores, dos pescadores ou dos pequenos e médios empresários, defendendo os direitos dos trabalhadores e os serviços públicos, lutando pela construção de uma Europa de paz e cooperação é testemunho de uma intervenção vinculada aos interesses do país e dos portugueses.
3.
A CDU afirma-se também, com redobrada actualidade, como um grande e reforçado espaço de convergência democrática e de alternativa política, de todos aqueles que, afrontados pela política de direita, hoje exigem a ruptura com essa política e uma inequívoca e consistente política de esquerda. Pela coerência do seu projecto e a garantia que o seu percurso unitário e democrático testemunha, a CDU é a única força cujo reforço eleitoral e político pode pôr fim à alternância e abrir portas à construção de uma alternativa política.
Expressão de Abril e dos valores que lhe estão associados, a CDU tem a força desta larga convergência democrática e alternativa, aberta aos cidadãos inconformados com as políticas ruinosas prosseguidas ao longo de anos, com as potencialidades desperdiçadas e o descrédito dos partidos que têm desgovernado o País.
Espaço de convergência de causas e lutas, onde cabem todos os trabalhadores, reformados e pensionistas, os pequenos empresários da agricultura e pescas, da indústria e serviços, todas as mulheres e jovens, ofendidos nos seus direitos e dignidade, os patriotas e democratas que sentem Portugal afectado na sua soberania e ameaçado no seu futuro como pátria independente.Espaço de democracia onde cabem todos os que aspiram e exigem uma real mudança de políticas, todos os que se identificam com a causa pública e se colocam ao serviço dos interesses dos trabalhadores, das populações e do povo português.
4.
As batalhas políticas e eleitorais de 2009 constituem um momento e uma oportunidade para abrir caminho a um futuro melhor para o país e para os portugueses, para afirmar um outro rumo que rompa com as opções e a política de direita. Por redobrada razão a CDU será em 2009 o espaço para onde conflui a força e a vontade dos que confiam que é possível uma vida melhor e dos que com convicção acreditam que é possível convencer pela razão e justeza das suas posições políticas e vencer pelo trabalho e luta por um Portugal de progresso e justiça social.
1.
A CDU - coligação eleitoral que reúne o Partido Comunista Português, o Partido Ecologista Os Verdes e a Associação Intervenção Democrática - é comprovadamente um espaço de participação de milhares de cidadãos e cidadãs independentes. Sabem-no todos os homens e mulheres que, sem filiação partidária, encontram ano após ano na CDU, nas suas listas e no activismo político da coligação, o lugar para uma enriquecedora intervenção cívica e política.
2.
Pelo seu percurso e acção, pelos partidos que a integram e pela empenhada intervenção de milhares de homens e mulheres que lhe dão corpo e vida, a CDU é a força que dá segurança e garantia de uma política de verdade, sempre presente e solidária com a luta em defesa dos direitos e aspirações das populações, dos trabalhadores e do povo, sempre presente na defesa e afirmação do interesse e soberania nacionais.
Na CDU, e na intervenção dos seus eleitos locais, está presente um reconhecido património de trabalho e realizações, uma distintiva qualidade na intervenção e gestão de centenas de autarquias, uma inegável obra realizada na valorização urbana e cultural de numerosos concelhos e freguesias do país, uma acção em defesa do poder local democrático e um percurso marcado pelo trabalho, honestidade, competência e isenção. Na defesa intransigente dos interesses populares, na acção empreendedora de apresentação de propostas e soluções mas também, nas provas dadas pelo trabalho desenvolvido a CDU afirma-se como uma força portadora de um projecto de futuro com a energia, a capacidade e o saber indispensáveis à construção de uma vida melhor. Na CDU, e na intervenção dos seus deputados eleitos na Assembleia da República, marca presença uma qualificada acção parlamentar estreitamente ligada ao pulsar da vida e das aspirações populares, identificada com a defesa das conquistas e direitos que Abril consagrou, combinando uma firme atitude de denúncia e combate às políticas que avolumam injustiças e liquidam direitos com uma reconhecida iniciativa de afirmação de soluções que respondem aos principais problemas do país, dos trabalhadores e do povo e que testemunham que há um outro rumo e um outro caminho capaz de abrir um futuro de esperança numa vida melhor.Na CDU, e no papel desempenhado pelos seus deputados no Parlamento Europeu, reside um combativo e firme trabalho em defesa dos interesses nacionais e um decidido combate ao neoliberalismo, ao federalismo e ao militarismo que marcam o processo de integração capitalista da União Europeia. A acção da CDU no Parlamento Europeu na defesa intransigente da produção nacional, dando voz às reclamações e direitos dos agricultores, dos pescadores ou dos pequenos e médios empresários, defendendo os direitos dos trabalhadores e os serviços públicos, lutando pela construção de uma Europa de paz e cooperação é testemunho de uma intervenção vinculada aos interesses do país e dos portugueses.
3.
A CDU afirma-se também, com redobrada actualidade, como um grande e reforçado espaço de convergência democrática e de alternativa política, de todos aqueles que, afrontados pela política de direita, hoje exigem a ruptura com essa política e uma inequívoca e consistente política de esquerda. Pela coerência do seu projecto e a garantia que o seu percurso unitário e democrático testemunha, a CDU é a única força cujo reforço eleitoral e político pode pôr fim à alternância e abrir portas à construção de uma alternativa política.
Expressão de Abril e dos valores que lhe estão associados, a CDU tem a força desta larga convergência democrática e alternativa, aberta aos cidadãos inconformados com as políticas ruinosas prosseguidas ao longo de anos, com as potencialidades desperdiçadas e o descrédito dos partidos que têm desgovernado o País.
Espaço de convergência de causas e lutas, onde cabem todos os trabalhadores, reformados e pensionistas, os pequenos empresários da agricultura e pescas, da indústria e serviços, todas as mulheres e jovens, ofendidos nos seus direitos e dignidade, os patriotas e democratas que sentem Portugal afectado na sua soberania e ameaçado no seu futuro como pátria independente.Espaço de democracia onde cabem todos os que aspiram e exigem uma real mudança de políticas, todos os que se identificam com a causa pública e se colocam ao serviço dos interesses dos trabalhadores, das populações e do povo português.
4.
As batalhas políticas e eleitorais de 2009 constituem um momento e uma oportunidade para abrir caminho a um futuro melhor para o país e para os portugueses, para afirmar um outro rumo que rompa com as opções e a política de direita. Por redobrada razão a CDU será em 2009 o espaço para onde conflui a força e a vontade dos que confiam que é possível uma vida melhor e dos que com convicção acreditam que é possível convencer pela razão e justeza das suas posições políticas e vencer pelo trabalho e luta por um Portugal de progresso e justiça social.
A CDU EXIGE MAIOR AUTONOMIA PARA AS JUNTAS DE FREGUESIA
A CDU apresentou ao Município as suas propostas para a elaboração das Grandes Opções do Plano e Orçamento para o ano de 2010.
Para além das questões sobre a criação de emprego e o combate ao desemprego, a revitalização da indústria, do comércio e da agricultura do Concelho, muitas outras medidas urgentes nos preocupam. As questões Ambientais, a Zona Ribeirinha, o Centro Histórico e o Comércio Local foram também temas abordados nas nossas propostas.
Defendemos que o Município deve dotar as Juntas de Freguesia de maior autonomia financeira transferindo-lhes 20% das receitas totais previstas no Orçamento Municipal. Aumentar o poder de decisão local, diminuindo a subserviência e a dependência do executivo Camarário, é um objectivo que consideramos prioritário.
É que defender a regionalização junto do poder central e, ao mesmo tempo, não dotar as Freguesias de capacidade financeira não é de todo coerente.
Para além das questões sobre a criação de emprego e o combate ao desemprego, a revitalização da indústria, do comércio e da agricultura do Concelho, muitas outras medidas urgentes nos preocupam. As questões Ambientais, a Zona Ribeirinha, o Centro Histórico e o Comércio Local foram também temas abordados nas nossas propostas.
Defendemos que o Município deve dotar as Juntas de Freguesia de maior autonomia financeira transferindo-lhes 20% das receitas totais previstas no Orçamento Municipal. Aumentar o poder de decisão local, diminuindo a subserviência e a dependência do executivo Camarário, é um objectivo que consideramos prioritário.
É que defender a regionalização junto do poder central e, ao mesmo tempo, não dotar as Freguesias de capacidade financeira não é de todo coerente.
O FERIADO MUNICIPAL

CDU EM DESACORDO COM A ALTERAÇÃO DO FERIADO MUNICIPAL
Em relação à alteração da data do Feriado Municipal, a CDU manifesta o seu desacordo com a data proposta, porque achamos que esta alteração não deve estar sujeita a interesses e teimosias político/partidárias, mas sim escolher uma data com significado para qualquer Município, seja ele de cunho religioso ou não.
Ponte de Lima tem o seu feriado municipal no dia 20 de Setembro, dia da Padroeira. Depois de analisar a resposta da autoridade religiosa da Vila, que não sabemos se representa todo o universo eclesiástico do Concelho, este nem sequer esboça qualquer opinião sobre o dia 20 de Setembro, por razões que não descortinamos e que só o próprio o sabe.
Ficamos então, com duas opções, uma o dia 4 de Março que marca o dia da concessão do foral de Vila à Sede do Concelho, outra, a terça-feira a seguir às Feiras-Novas.
Quanto à primeira opção citada, parece-nos a data mais apropriada, mesmo sabendo que mais dia, menos dia a Vila virá a ser Cidade e a data de elevação a esta categoria poderá não ser o 4 de Março, mas sempre ficará como data da concessão do foral de Vila que nestes últimos tempos tem sido uma imagem de marca do Concelho a Vila mais antiga do País.
Quanto à segunda opção além de provocar um feriado móvel é o dia que há muitos anos é reconhecido tacitamente tanto por empregados como por empregadores como o dia de descanso para todos, depois de vários dias de esgotante trabalho.
Por isso a nossa opção vai para o dia 4 de Março, conforme já o anunciamos há tempos quando fomos consultados pelo Presidente do Município.
Ponte de Lima tem o seu feriado municipal no dia 20 de Setembro, dia da Padroeira. Depois de analisar a resposta da autoridade religiosa da Vila, que não sabemos se representa todo o universo eclesiástico do Concelho, este nem sequer esboça qualquer opinião sobre o dia 20 de Setembro, por razões que não descortinamos e que só o próprio o sabe.
Ficamos então, com duas opções, uma o dia 4 de Março que marca o dia da concessão do foral de Vila à Sede do Concelho, outra, a terça-feira a seguir às Feiras-Novas.
Quanto à primeira opção citada, parece-nos a data mais apropriada, mesmo sabendo que mais dia, menos dia a Vila virá a ser Cidade e a data de elevação a esta categoria poderá não ser o 4 de Março, mas sempre ficará como data da concessão do foral de Vila que nestes últimos tempos tem sido uma imagem de marca do Concelho a Vila mais antiga do País.
Quanto à segunda opção além de provocar um feriado móvel é o dia que há muitos anos é reconhecido tacitamente tanto por empregados como por empregadores como o dia de descanso para todos, depois de vários dias de esgotante trabalho.
Por isso a nossa opção vai para o dia 4 de Março, conforme já o anunciamos há tempos quando fomos consultados pelo Presidente do Município.
IGREJA DE SANTO ANTÓNIO DA TORRE VELHA

É URGENTE UMA INTERVENÇÃO DE RESTAURO E RECUPERAÇÃO DESTE PATRIMÓNIO MONUMENTAL
A CDU foi convidada pela Irmandade de Santo António da Torre Velha, a efectuar uma visita às instalações da Igreja, tendo constatado que esta se encontra fisicamente numa situação que consideramos preocupante, apresentando fendas bem visíveis nas paredes laterais no seu interior e exteriormente e também no tecto.
Pelo que verificamos somos de opinião que é urgente uma intervenção de restauro e recuperação do edifício, para o qual alertamos o Município no seu empenhamento para que a candidatura apresentada pela Irmandade seja contemplada urgentemente com comparticipação ao abrigo do PIDDAC da Direcção Geral das Autarquias Locais, pois esta tem sido protelada de há anos a esta parte.
Também tomamos contacto com o espólio existente, paramentos, quadros, carrilhão, peças diversas, livros e outra documentação, dignas de estarem exposta ao público para que este tenha conhecimento da história desta Instituição e também do nosso Concelho.
MAIORIA CDS/PP NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL CHUMBA PROPOSTA PARA REVITALIZAÇÃO DOS PÓLOS INDUSTRIAIS
MAIORIA CDS/PP NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL CHUMBA PROPOSTA PARA REVITALIZAÇÃO DOS PÓLOS INDUSTRIAIS
A CDU – Coligação Democrática Unitária, submeteu à votação da Assembleia Municipal realizada no passado dia 4, a sua Proposta “Os Pólos Industriais e sua viabilidade no desenvolvimento económico e social do Concelho”. Esta proposta foi chumbada com 47 votos contra, 6 abstenções e 15 a favor.
O problema do desemprego e a criação de postos de trabalho no Concelho de Ponte de Lima está a atingir uma tal gravidade que é necessário e urgente encontrar soluções e tomar medidas para inverter esta tendência.
O problema do desemprego e a criação de postos de trabalho no Concelho de Ponte de Lima está a atingir uma tal gravidade que é necessário e urgente encontrar soluções e tomar medidas para inverter esta tendência.
Ponte de Lima é um Concelho com um universo de cerca de 24.000 pessoas activas para o trabalho, destas somente cerca de 40% é que têm emprego.
Os dados recentes do desemprego também são reveladores de grande preocupação, em Janeiro de 2009 eram 1700 pessoas, em Junho de 2009 passaram para 1750, assim a galopar o desemprego aonde vai parar este Concelho?
A CDU não entende a insensibilidade social revelada pela maioria CDS/PP na Assembleia Municipal ao recusar votar a favor uma proposta que apontava caminhos para encontrar uma solução futura para o desenvolvimento económico e social do Concelho, das quais entre outras, apontávamos “É necessário e urgente inverter esta tendência e no entendimento da CDU uma das medidas a tomar é procurar a implantação de outro tipo de empresas. O Concelho precisa, de facto, de novos empregos mas de empregos em sectores com elevada incorporação de tecnologia e com elevado valor acrescentado.
Neste sentido a CDU propõe que seja estabelecido um protocolo entre o Município, a AEPL, a Universidade Fernando Pessoa, o Politécnico de Viana do Castelo, a Escola Profissional Agrícola e a Escola Superior Agrária para que seja feito um estudo com a finalidade de que tipo de empresas, que viabilidade das zonas industriais e que política e acções a desenvolver para atrair investimento para o desenvolvimento económico e social do Concelho.”
A maioria CDS/PP na Assembleia Municipal pela insensibilidade social revelada prestou um mau serviço, quer à população limiana, quer para o futuro desenvolvimento económico e social do nosso Concelho. Com maioria destas, a democracia é atrofiada e o desenvolvimento é mergulhado nas águas profundas do esquecimento.
CDU APRESENTA OS SEUS CANDIDATOS
CDU APRESENTA OS SEUS CANDIDATOS
Na CDU, e na intervenção dos seus deputados eleitos na Assembleia da república, marca presença uma qualificada acção parlamentar estreitamente ligada ao pulsar da vida e das aspirações populares, que testemunha que há um outro rumo e um outro caminho capaz de abrir um futuro de esperança numa vida melhor.
João António de Sousa Correia
1º.Candidato à Assembleia da República.
Funcionário Público, Assistente Técnico, 48 anos de idade. É membro do Comité Central do PCP. É membro da Direcção Regional do STAL. É membro da Comissão Executiva da União dos Sindicatos de Viana do Castelo.
Sandra Margarida Sousa Fernandes
Candidata à Assembleia da República.
Trabalhadora Independente de Artes Gráficas, 30 anos de idade. É membro da Concelhia de Ponte de Lima do PCP. É Vice-Presidente da Associação de Dadores de Sangue. É Candidata à Assembleia de Freguesia de Arcozelo.
Na CDU, e na intervenção dos seus eleitos locais, está presente um reconhecido património de trabalho e realizações, uma distintiva qualidade na intervenção e gestão de centenas de autarquias, uma inegável obra realizada na valorização urbana e cultural de numerosos concelhos e freguesias do país, uma acção em defesa do poder local democrático e um percurso marcado pelo trabalho, honestidade, competência e isenção.
Acácio de Barros Pereira Pimenta
1º.Candidato à Câmara Municipal de Ponte de Lima.
Professor de Educação Visual e Tecnológica, 61 anos de idade. É membro da DORVIC do PCP. É eleito na Assembleia Municipal de Ponte de Lima.
João Francisco Soares Pereira Gomes
1º.candidato à Assembleia Municipal de Ponte de Lima.
Delegado Técnico Comercial, 38 anos de idade. Licenciado em Engenharia Publicitária pela Universidade Fernando Pessoa – Porto. Bacharelato em Engenharia Publicitária pelo Instituto Superior de Ciências da Informação e da Empresa – Porto. É membro da Concelhia de Ponte de Lima do PCP.
Os Pólos Industriais e sua viabilidade no desenvolvimento económico e social do Concelho
A CDU na apresentação da problemática das Zonas Industriais para debate nesta Sessão da Assembleia Municipal menciona: “ainda há pouco tempo era considerado em relação ao tecido industrial, que o Concelho de Ponte de Lima fazia um esforço no sentido de criar incentivos específicos para a fixação de indústrias, sobretudo não poluentes. Estando prevista a criação de vários pólos industriais”. Naturalmente este enunciado não é desconhecido do Sr. Presidente da Câmara Municipal.
No entendimento da CDU a realidade nos dias de hoje é totalmente contrária a esta perspectiva, os pólos industriais existentes (Queijada e Gemieira) estão completamente desocupadas e praticamente sem indústrias implantadas. Desde Outubro de 2007 as solicitações para instalação de novas empresas nos Pólos Industriais do Concelho são praticamente nulas, como se pode constatar por leitura feita às actas das reuniões do executivo municipal. Pois somente houveram pedidos de instalação de empresas para a Gemieira (2) e Queijada um pouco mais (6). O que sobressai nestes pedidos é a justificação dos mesmos porque dá a impressão que os pedidos são para implantação de armazéns e não de empresas de produção que tem a finalidade de criar postos de trabalho. Também é referido pela CEVAL – Conselho Empresarial dos Vales do Lima e do Minho, na sua página na Internet, que o pólo empresarial e industrial da Queijada está em execução de projecto e o pólo empresarial e industrial da Gemieira refere as empresas instaladas das quais algumas destas já não estão a laborar, outras estão numa fase de despedimento colectivo, outra já mudou para outro pólo industrial fora do Concelho e ainda uma outra que dá a impressão que são somente escritórios de uma imobiliária. Estes são alguns exemplos que ilustram bem o quanto é necessário procurar uma outra dinâmica e uma outra política por parte do Município para atrair investidores para as Zonas Industriais do nosso Concelho. Naturalmente não são multinacionais como a “Eurowire” com Sede na Grécia que recorreu dos projectos do QREN, (é uma empresa de produção de arame e cabos de aço) não refere quantos postos de trabalho vão ser criados (mais nos parece que vai ser um espaço para estaleiros de arame).
A evolução económica e social do nosso Concelho acentuou as tendências negativas que se vêm fazendo sentir de há alguns anos a esta parte com o encerramento e deslocalização de várias empresas que debilitou os sectores produtivos da região, como a indústria transformadora (têxtil, calçado e agro-alimentar “queijo limiano etc.”, e por outro lado a degradação das relações sociais, verificando-se um crescimento cada vez mais elevado do desemprego, o aumento do emprego precário, e o prosseguimento de baixos índices salariais. É necessário e urgente inverter esta tendência e no entendimento da CDU uma das medidas a tomar é procurar a implantação de outro tipo de empresas. O Concelho precisa, de facto, de novos empregos mas de empregos em sectores com elevada incorporação de tecnologia e com elevado valor acrescentado.
Neste sentido a CDU propõe que seja estabelecido um protocolo entre o Município, a AEPL, a Universidade do Minho, a Universidade Fernando Pessoa, o Politécnico de Viana do Castelo, a Escola Profissional Agrícola e a Escola Superior Agrária para que seja feito um estudo com a finalidade de que tipo de empresas, que viabilidade das zonas industriais e que política e acções a desenvolver para atrair investimento para o desenvolvimento económico e social do Concelho.
No entendimento da CDU a realidade nos dias de hoje é totalmente contrária a esta perspectiva, os pólos industriais existentes (Queijada e Gemieira) estão completamente desocupadas e praticamente sem indústrias implantadas. Desde Outubro de 2007 as solicitações para instalação de novas empresas nos Pólos Industriais do Concelho são praticamente nulas, como se pode constatar por leitura feita às actas das reuniões do executivo municipal. Pois somente houveram pedidos de instalação de empresas para a Gemieira (2) e Queijada um pouco mais (6). O que sobressai nestes pedidos é a justificação dos mesmos porque dá a impressão que os pedidos são para implantação de armazéns e não de empresas de produção que tem a finalidade de criar postos de trabalho. Também é referido pela CEVAL – Conselho Empresarial dos Vales do Lima e do Minho, na sua página na Internet, que o pólo empresarial e industrial da Queijada está em execução de projecto e o pólo empresarial e industrial da Gemieira refere as empresas instaladas das quais algumas destas já não estão a laborar, outras estão numa fase de despedimento colectivo, outra já mudou para outro pólo industrial fora do Concelho e ainda uma outra que dá a impressão que são somente escritórios de uma imobiliária. Estes são alguns exemplos que ilustram bem o quanto é necessário procurar uma outra dinâmica e uma outra política por parte do Município para atrair investidores para as Zonas Industriais do nosso Concelho. Naturalmente não são multinacionais como a “Eurowire” com Sede na Grécia que recorreu dos projectos do QREN, (é uma empresa de produção de arame e cabos de aço) não refere quantos postos de trabalho vão ser criados (mais nos parece que vai ser um espaço para estaleiros de arame).
A evolução económica e social do nosso Concelho acentuou as tendências negativas que se vêm fazendo sentir de há alguns anos a esta parte com o encerramento e deslocalização de várias empresas que debilitou os sectores produtivos da região, como a indústria transformadora (têxtil, calçado e agro-alimentar “queijo limiano etc.”, e por outro lado a degradação das relações sociais, verificando-se um crescimento cada vez mais elevado do desemprego, o aumento do emprego precário, e o prosseguimento de baixos índices salariais. É necessário e urgente inverter esta tendência e no entendimento da CDU uma das medidas a tomar é procurar a implantação de outro tipo de empresas. O Concelho precisa, de facto, de novos empregos mas de empregos em sectores com elevada incorporação de tecnologia e com elevado valor acrescentado.
Neste sentido a CDU propõe que seja estabelecido um protocolo entre o Município, a AEPL, a Universidade do Minho, a Universidade Fernando Pessoa, o Politécnico de Viana do Castelo, a Escola Profissional Agrícola e a Escola Superior Agrária para que seja feito um estudo com a finalidade de que tipo de empresas, que viabilidade das zonas industriais e que política e acções a desenvolver para atrair investimento para o desenvolvimento económico e social do Concelho.
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