sábado, 8 de janeiro de 2022

Organização concelhia de Ponte de Lima do PCP em Assembleia Plenária

 


PCP REALIZA ASSEMBLEIA DE ORGANIZAÇÃO

Realizou-se hoje, sábado 08 de janeiro 2022, no Salão do Centro de Trabalho de Ponte de Lima, a Assembleia da Organização Concelhia do PCP – Partido Comunista Português, momento que contou com o total de 40 participantes entre militantes e amigos convidados, e as presenças de Joaquim Celestino Ribeiro primeiro candidato da Lista CDU pelo círculo eleitoral de Viana do Castelo, de Alexandra Pinto membro do Comité Central e de Jaime Toga da Comissão Política do Comité Central.

A Assembleia da Organização Concelhia de Ponte de Lima do PCP valorizou a aprovação por unanimidade da Resolução Política, pelo que significou de unidade e coesão do Partido no Concelho, mas também pelo aprofundamento da análise dos problemas locais e das linhas a desenvolver para os superar. Reafirmou a necessidade de reforço do PCP e da sua intervenção e da dinamização da luta dos trabalhadores e das populações como condições decisivas para a concretização de um rumo alternativo para o Concelho.

Nesta reunião magna foi eleita a nova Comissão Concelhia do Partido composta por 16 membros, a composição social do Organismo de Direcção é de 62,5 de operários, 18,75% de empregados, 18,75% de Quadros técnicos, professores e estudantes, ligados às empresas, aos agricultores e aos locais de trabalho, assim como, membros do PCP ligados às organizações do Partido nas freguesias do concelho. A nova composição da Comissão Concelhia de Ponte de Lima do PCP correspondeu também a um esforço de renovação e rejuvenescimento.

A sessão de encerramento desta assembleia organizativa ficou à responsabilidade de Jaime Toga, da Comissão Política do Comité Central que, valorizando o contexto em que decorreu a assembleia e o seu período preparatório, bem como o seu conteúdo, acrescentou a esta aspectos de relevo da actual situação política nacional e do papel de todos os militantes na batalha das eleições de 30 de janeiro para eleger 6 deputados pelo círculo eleitoral de Viana do Castelo do total de 230 deputados a eleger para a assembleia da república.

 

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

A CDU NA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DA FACHA

 

A eleita da CDU na assembleia de freguesia da Facha, Ana Leitão, na reunião do dia 30 de Dezembro findo do órgão deliberativo da freguesia, sobre a apreciação, discussão e votação do documento das grandes opções do plano e orçamento para o ano 2022, e plano plurianual de investimentos, manifestou:

Analisados profundamente os documentos apresentados para discussão e votação, dividirei esta minha intervenção em duas partes. A primeira com algumas considerações sobre as propostas e sugestões submetidas pela CDU para a elaboração deste documento. A segunda com algumas questões acerca de conteúdo do documento.

Em primeiro lugar, tratando-se de um novo ciclo do mandato autárquico 2021/2025, parece-nos importante que as propostas apresentadas para elaboração das opções do plano e orçamento para o ano de 2022, embora ainda consideradas muito tenuemente no documento em discussão, deverão ser realidade a curto, médio e algumas a longo prazo.

A CDU reconhece que algumas das propostas apresentadas são de responsabilidade da Câmara Municipal e que a Junta de Freguesia não possui orçamento efetivo para a sua realização. Todavia, sendo a Junta de Freguesia o órgão, por direito, representativo da Freguesia da Facha, cabe-lhe a solicitação e exigência do suprimento das necessidades da freguesia. Entendemos que a Junta de Freguesia deve ter a ambição e a vontade para concretizar mudanças e levar a intervenção do órgão executivo da freguesia para além da mera gestão corrente.

Senhores membros eleitos desta Assembleia de Freguesia permitam-me que sugira a este órgão deliberativo da Freguesia e fiscalizador da atividade da Junta, mais algumas ideias, a aliar às já sugeridas, que poderão ser consideradas no imediato e de futuro pelo órgão autárquico executivo da nossa freguesia, como:

• Iniciar esforços para uma maior dinamização cultural na freguesia, nomeadamente no verão, promovendo por exemplo, sessões de cinema ao ar livre e a dinamização de uma biblioteca de rua.

• Alterar a forma de apoio às associações da freguesia, de forma a criar critérios equilibrados e com justiça na atribuição de subsídios às associações e instituições que desenvolvam atividades em prol da freguesia e não somente decorrentes da sua atividade normal.

Em segundo lugar, apresento algumas questões relativas ao conteúdo do documento em discussão.

A primeira questão tem que ver com os apoios às famílias através de um incentivo à natalidade, uma área de ação de extrema importância para as jovens famílias da nossa freguesia. Neste sentido, peço o seguinte esclarecimento quanto a este apoio:

quantas famílias são visadas e que valores lhes são atribuídos?

A segunda questão é acerca dos subsídios às instituições da freguesia. Fiquei francamente surpresa com a discrepância entre os valores atribuídos. À Escola são[1]lhe atribuídos apenas 750€, ao Centro Paroquial e Social da Facha 1500€ e à Associação Cultural e Desportiva Fachense 3000€. Enquanto é certo que o Centro Educativo recebe verbas do Ministério da   Educação e o Centro Social recebe verbas da Segurança Social, em reuniões com estas instituições foi relatado à CDU que ambas carecem de apoios da autarquia.

Como propusemos nas nossas sugestões para este documento, o Centro Educativo tem necessidade de apoios para manter o seu espaço exterior, onde os alunos têm contacto com o ambiente e com animais, uma faceta que todos reconhecemos como da maior importância pedagógica no desenvolvimento infantil. Já o Centro Social necessita de apoios para a sua valência da creche, tão necessária para as famílias da nossa comunidade.

Não retirando qualquer mérito ou importância à ACD Fachense – o desporto é sem dúvida uma área imprescindível para o bem-estar da nossa população –, questiono o porquê de instituições como a Escola e o Centro Social receberem apenas um quarto dos apoios (no caso da Escola) e metade dos apoios (no caso do Centro Social) atribuídos ao Fachense, sendo instituições indispensáveis e fundamentais à vida da nossa comunidade.

Por último, questiono a ausência da discussão e aprovação do Mapa de Pessoal para o ano 2022 nesta sessão. Segundo a Direção-Geral da Administração e do Emprego Público, “A competência para aprovação do mapa de pessoal é da entidade competente para a aprovação da proposta de orçamento”, ou seja, desta Assembleia de Freguesia. Por isso, faz todo o sentido que o Mapa de Pessoal seja aprovado aquando do plano e orçamento da freguesia, uma vez que as suas remunerações estão incluídas neste orçamento.

Concluo com a seguinte nota. Numa freguesia com as dimensões da nossa, é imprescindível que se faça mais e melhor. É urgente que a Facha possa contar com uma Junta dinâmica e interventiva, uma Junta que seja mais do que um mero órgão de gestão quotidiana, uma Junta que invista na promoção do desenvolvimento local e que seja capaz de se transformar na locomotiva de uma Freguesia que necessita de dar um passo decisivo em direção à conquista de níveis mais elevados de qualidade de vida, de melhor ambiente, de melhores acessibilidades de transportes, de melhor interação com instituições sociais e de educação, de conservação e divulgação promocional do património paisagístico e turístico.

A CDU considera este documento da maior importância de gestão da freguesia e, por isso não vai adotar uma posição de rejeição. Daremos uma demonstração de cooperação, votando favoravelmente.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

A CDU NA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE REBORDÕES SANTA MARIA

A CDU EM REBORDÕES SANTA MARIA

 A CDU na reunião da assembleia de freguesia de Rebordões Santa Maria na apreciação, discussão e votação das opções do plano e orçamento para o ano de 2022, manifestou as suas preocupações e apontou caminhos para criar de futuro melhores condições de vida para a população desta freguesia.

Os eleitos da CDU – Coligação Democrática Unitária, Inês Morais e João Rebouço na abordagem a estes documentos, começaram por afirmar: sempre dentro da coerência que nos define, aludimos que não estamos em condições de poder fazer uma apreciação aprofundada, visto não termos tido representatividade no anterior mandato, para assim podermos fazer uma análise comparativa com o anterior plano e orçamento. Mas é obvio que faremos a nossa apreciação e consideração ao documento agora em discussão.

Este documento que nos é apresentado é, um documento técnico que manifesta as linhas de orientação política e administrativa para a freguesia para o próximo ano, mas confina-se só a questões do âmbito circunscrito à freguesia.

 No entendimento dos eleitos da CDU nesta assembleia de freguesia deveriam constar nas opções políticas do plano e orçamento, mesmo que sejam de âmbito municipal, questões fulcrais para a melhoria da freguesia e do modo de vida das populações, na nossa proposta de colaboração para a elaboração deste documento apontávamos nesse sentido, para assim serem referência e preocupação a ter em conta pela gestão autárquica da Câmara Municipal.

Queremos deixar um alerta aos membros eleitos desta assembleia de freguesia. Amanhã, sábado, será discutido e votado na reunião da assembleia municipal o plano e orçamento do município para o ano de 2022, no qual não consta especificado a extensão da rede de saneamento à nossa freguesia.

O que lá diz é que para além das empreitadas mencionadas, assumiram prioridades, ao nível da rede de saneamento, a serem executadas mediante os fundos comunitários que venham a ser disponibilizados pelo POSEUR – Portugal 2020 e cujos projectos de execução foram já concluídos pelo Município e entregues às Águas do Alto Minho. Tudo isto está á disponibilidade dos fundos comunitários se concretizarem.

No entanto resta a esperança que “Em 2022 os Serviços do Município irão concluir outros projectos que permitirão o alargamento da rede de saneamento a várias freguesias do concelho e a construção de uma nova ETAR na zona sul de Ponte de Lima. Esperemos que desta vez a nossa freguesia seja contemplada, o que naturalmente será preciso exercer pressão. 

Considerarmos estes documentos da maior importância de gestão da freguesia, a CDU – Coligação Democrática Unitária não vai adoptar posição de rejeição, daremos uma demonstração de cooperação, votando favoravelmente.



 


quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

ASSEMBLEIA DA ORGANIZAÇÃO CONCELHIA DE PONTE DE LIMA

 


O PCP realizará no próximo dia 08 de Janeiro de 2022 a sua Assembleia de Organização Concelhia de Ponte de Lima, onde fará uma análise ao trabalho desenvolvido pelo Partido no Concelho desde a última Assembleia, realizada em Abril de 2018, analisará a situação económica, social e política local, definirá as propostas do Partido para o concelho e as linhas para o reforço da organização e elegerá a próxima comissão concelhia.

 

terça-feira, 28 de dezembro de 2021

Eleito municipal da CDU abordou aspectos pertinentes na Assembleia Municipal

 

Na Sessão realizada em 18 de Dezembro, o eleito da CDU, João Monteiro, no período de antes da ordem do dia, nos outros assuntos de interesse Municipal, abordou aspectos pertinentes. Tendo iniciado a sua intervenção, referindo: Fazemos votos e apelamos à capacidade de superação dos membros desta Assembleia Municipal, para que esta extensa ordem de trabalhos não contribua para o condicionamento do debate democrático das nossas ideias e pontos de vista acerca dos assuntos aqui em discussão e análise.

Começo por demonstrar o nosso desagrado pelo atraso das obras em curso, cujos exemplos mais flagrantes são os casos do Largo da Feira da extinta freguesia de Freixo, da via principal de acesso da freguesia de Estorãos e de acesso ao cemitério de Ponte de Lima. Para quem faz bandeira do rigor e planeamento é no mínimo contraditório, o oportunismo do tempo e a pressa com que estes processos são iniciados e a morosidade com que os mesmos são concluídos. Recomenda-se para que de futuro, as obras públicas da responsabilidade do Município estejam sujeitas a uma revisão e rigoroso planeamento dos tempos entre o seu inicio dos trabalhos e a sua conclusão para que as mesmas tenham prazos determinados em função da dimensão, impacto e dos transtornos e constrangimentos que possam causar às populações

Não podemos deixar de criticar e como já o disse anteriormente numa reunião deste órgão municipal, aderiu o município ao programa de georreferenciação denominado BUPI (Balcão Único do Prédio) e relativamente à adesão em si não teríamos nada a apontar, não fosse o facto de decorrido que são mais de três meses desde a sua entrada em funcionamento, virem a revelar-se problemas de vária ordem, que reflectem a total falta de preparação e desconhecimento da dimensão e complexidade do problema em que se estavam a envolver.

Efectivamente e não obstante não contrataram atempadamente o número de funcionários suficientes para o desempenho de hercúlea tarefa, apesar da abnegação e profissionalismo dos actuais funcionários responsáveis por esse trabalho, não se sabe quando poderão e de que forma dar resposta cabal para aquilo que se comprometeram. Também, o local onde funcionam os serviços (antiga escola primária de Ponte de Lima), não reúne as condições necessárias para esse efeito, uma vez que, que não possui nem rampa de acesso, nem elevador para pessoas com dificuldades de locomoção ou mobilidade reduzida.

Por fim; Tivemos conhecimento e até será do conhecimento geral por ter sido noticiado no “Jornal Alto Minho”, as mudanças de funcionários da autarquia para outros serviços dela dependentes. Como terá dito é um assunto de sua exclusiva responsabilidade, e isso é inegável, porém perante a coincidência dos visados terem integrado ou apoiado listas concorrentes às últimas autárquicas e de forma a ilidir essa suspeita. Pergunta-se: Está o município a proceder a uma mudança por razões técnicas ou orgânica dos seus serviços ou pura e simplesmente existia a necessidade de assim o fazer, até porque alguns sectores da actividade do município e com incidência no sector das obras, continua com inexplicáveis atrasos na distribuição, informação e despachos de processo e doutros documentos, independentemente da sua simplicidade ou complexidade?

 Agradecíamos uma explicação acerca da razão que o levaram a adoptar estas medidas.                                      

quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

A CDU NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE 18DEZ2021

 


Na discussão e votação da proposta Benefícios Fiscais para o ano de 2022, o eleito municipal da CDU apresentou a sua apreciação.

João Cândido Monteiro começou por afirmar que ao longo dos mandatos temos definido claramente a nossa posição sobre a matéria de benefícios fiscais e desta vez não vai ser diferente do que sempre temos dito nesta Assembleia Municipal, até porque o esquema a submeter a apreciação e aprovação deste órgão deliberativo municipal em relação a esta temática é o mesmo dos últimos anos. Continuamos a considerar que esta proposta que abarca os diferentes impostos é injusta e desajustada para os objectivos que se pretendem atingir.

A votação e fixação das taxas deveriam ser realizadas em separado para melhor definição da posição a assumir pelos membros eleitos municipais e eventualmente evitar de nos confrontarmos com o cenário de dualidade em concordar com alguma em especifico e discordar das restantes e vice-versa.

A CDU sempre denunciou nesta casa de que as colectas de IMI são demasiado elevadas, especialmente inflacionadas pelo valor resultante da avaliação dos imóveis. Sublinhamos com toda a propriedade de que ao longo de muitos anos até à actualidade, preconizamos que os valores que o município abdica da receita do IRS, sejam canalizados para a redução do IMI. Ora adoptada esta prorrogativa; os benefícios seriam mais abrangentes, isto até porque, se tenta passar a deturpada ideia que efectivamente o Município tem uma perda de mais de um milhão de euros em IRS, em benefício da população em geral. Até prova em contrário isso não passa de uma falácia.

Um dos princípios da lei fiscal é que a tributação é feita em função do rendimento, por outras palavras, paga mais quem mais recebe, no caso em concreto é precisamente o inverso deste principio, o beneficio é maior quanto maior for o rendimento obtido.

Fazendo um pequeno à parte, aproveito a oportunidade para lançar o repto ao Srº. Presidente e uma vez que são conhecidos os montantes de perda para o Município, para numa próxima Assembleia nos reportar os números ou percentagem da população Limiana abrangida por esta medida de forma a podermos aferir se se trata de uma medida equitativa e como tal socialmente justa.

Não chegam só os argumentos de uma dita estratégia ao longo dos últimos anos e de que passa pela criação de condições de maior atractividade para a localização de pessoas e empresas no concelho, assim como para garantir uma melhor qualidade de vida e promover o desenvolvimento económico da região. Não é palpável nem visível tais desígnios em resultados práticos e objectivos, pelo contrário pois constatamos uma diáspora de jovens Limianos que já não regressam, pelo menos a curto prazo, por falta de oportunidade de emprego ou receio de investimento na nossa terra.

A CDU considera que terá que existir uma visão estratégica, que oriente, sem excepção, todos os seus agentes económicos, no sentido de criar as condições que permitam um verdadeiro rejuvenescimento da sua população, das empresas e do investimento de uma forma geral no concelho. 



 

 

quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

Atribuição de bolsas de estudo em Ponte de Lima são muito poucas!

A CDU CONSIDERA A ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO MERAMENTE SIMBÓLICO

O eleito Municipal da CDU pronunciou-se sobre o “Projecto de regulamento de atribuição de bolsas de estudo aos alunos do ensino superior”

João Monteiro no debate e votação desta matéria na assembleia municipal do passado sábado (18Dez2021) iniciou a sua intervenção, dizendo: Sobre atribuição de bolsas de estudo aos estudantes do ensino superior diz-nos o Município que em cada ano lectivo concederá 1O bolsas de estudo a alunos do concelho, destas, duas destinam-se a candidatos portadores de deficiência ou incapacidade igual ou superior a 60%., que frequentem cursos superiores ou a eles equiparados, em instituições de ensino devidamente reconhecidas em território nacional.

O Número das bolsas a atribuir é manifestamente pouco, para um universo de 1270 estudantes no ensino superior residentes em Ponte de Lima (dados de 2018 da Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, números que não estarão longe da realidade actual). O total de bolsas de estudo atribuídas pelo município corresponde somente a 1,5% dos Estudantes no Ensino Superior residentes no Concelho.

Cada bolsa de estudo terá a prestação pecuniária de 1000 euros, a transferir em duas tranches, a primeira após a decisão definitiva de atribuição das bolsas, e a segunda até ao final do ano lectivo.

Consideramos uma proposta com critérios redutores e limitativos, com um número de bolsas a atribuir meramente simbólico em relação ao mais de um milhar de estudantes residentes no concelho, e com valores também pouco significativos. É uma prestação pecuniária de valor mensal fixo de 100 euros, com a duração de dez meses, correspondente ao ano escolar, o que se traduz num investimento de cerca de 10 mil euros, para um conjunto tão vasto de alunos.

Continuamos a dizer que as bolsas de estudo, em Ponte de Lima ficam muito aquém daquilo que se pode atribuir e servem somente para dizer que o Executivo camarário também é solidário e “promove um conjunto de medidas de âmbito social com o intuito de melhorar o nível de vida da sua população”.

Teremos que dizer outra vez de que em Ponte de Lima não!

Gasta-se dinheiro em “futilidades” comparadas com a importância das bolsas de estudo, apregoa-se a grandeza e resulta a pequenez…!

Já trouxemos aqui a este órgão deliberativo vários exemplos de outros municípios que atribuem um número muito maior de bolsas de estudo e com valores muito mais elevados. Para não sermos repetitivos abstemo-nos de os estar a mencionar, apesar de serem indicativos e realidades que naturalmente o nosso município bem conhece.

Esperemos que de futuro a Câmara Municipal tenha em conta o elevado número de estudantes no ensino superior residentes em Ponte de Lima, considere aumentar o número a atribuir e o respectivo valor da prestação pecuniária das bolsas de estudo, de forma a permitir e contribuir para a criação de emprego e trabalho qualificado, que tanto se anseia.

Iremos votar a favor, pois estamos perante uma realidade já de si tão redutora, que menos do que isso podemos estar a contribuir para o seu fim. Por outras palavras mais vale pouco do que nada.