quarta-feira, 14 de setembro de 2011

NOTICIAS DE ILDA FIGUEIREDO

Hoje no PE no debate sobre o euro foi impressionante como a única preocupação dos responsáveis da União Europeia se centrou no "deus mercado", ou seja, nos interesses financeiros, subordinando a estes todas as suas políticas e orientações. Deixamos o mais vivo protesto e indignação contra estas políticas anti-sociais que, sistematicamente, esquecem as pessoas, indiferentes ao agravamento da divergência, das desigualdades, do desemprego, da pobreza e da exclusão social que estão a criar.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

PCP NO PARLAMENTO EUROPEU

Intervenção de Ilda Figueiredo no Parlamento Europeu

PCP denuncia problemas dos Vitivinicultores portugueses

Em muitas zonas de Portugal, os viticultores estão a viver uma situação de crise, que pode atingir graves proporções devido à brutal quebra dos seus rendimentos, a que se juntam, este ano, prejuízos enormes na produção por causa dos problemas das intempéries e das doenças da vinha.
Depois, há medidas e propostas legislativas que estão a contribuir para o descalabro financeiro, sobretudo dos pequenos vitivinicultores.
Por isso, na Região Demarcada do Douro, classificada há mais de 250 anos, onde se produz o famoso Vinho do Porto, vive-se momentos de angústia e indignação, como já foi visível nas duas manifestações que, recentemente, se realizaram nesta região.
O mesmo está a acontecer noutros lados, como, na semana passada, em Palmela, com a manifestação de agricultores.

Assim, aqui deixamos este grito de alerta, e apelamos ao apoio e solidariedade com medidas de emergência para os vitivinicultores portugueses.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Noticias de Ilda Figueiredo,



NOTICIAS DE ILDA FIGUEIREDO


Se o Governo levar por diante o corte na comparticipação da pílula anti-conceptiva está a contribuir para um retrocesso civilizacional, pondo em causa os direitos das mulheres e das famílias de fracos recursos económicos. É inadmissível tal medida. Vamos lutar contra isso.





quinta-feira, 8 de setembro de 2011

ataque inaceitável no direito à saúde

Nota do Gabinete de Imprensa do PCP
Pílula contraceptiva e vacinas: ataque inaceitável no direito à saúde
Quinta 8 de Setembro de 2011
1 - O governo, pela voz do Ministro da Saúde, confirmou ontem na Assembleia da República uma estratégia política há muito denunciada pelo PCP: a saúde deixa de ser um direito e uma prioridade e passa a ser tratada como uma área de negócio, em que o acesso aos cuidados de saúde passa a ser um privilégio dos portugueses que têm dinheiro .
Durante a sua intervenção, na Comissão Parlamentar de Saúde da Assembleia da República, o ministro falou da saúde e do SNS, numa lógica estritamente empresarial substituindo como preocupação central a importância do SNS e o seu papel na qualidade de vida do povo português pela visão economicista ao serviço dos interesses privados que operam no sector. Utilizar expressões como «bancarrota» ou «falência técnica dos hospitais», é subverter completamente o papel do Estado na garantia do acesso dos portugueses à saúde e o próprio seu direito à vida tal como está consagrado constitucionalmente.
Uma intervenção que procura esconder dos portugueses que as dificuldades financeiras do SNS são, na verdade, o resultado da política de direita dos sucessivos governos, do subfinanciamento dos serviços, da promiscuidade entre o serviço público e os interesses privados - com o abandono de algumas especialidades no SNS que levou ao alargamento das convenções, com a generalização das chamadas PPP entre outros favores prestados – e que tinham e têm um objectivo que hoje já não evitam esconder: privatizar uma parte substancial do SNS, entregando aos grupos privados a prestação de cuidados de saúde e agravando os custos do seu acesso à generalidade da população.
2 - Os cortes cegos anunciados, nomeadamente nas comparticipações do Estado na pílula contraceptiva e de três vacinas que integram o plano nacional de vacinação, confirmam a natureza desumana e ideológica do actual rumo e vão trazer a curto e médio prazo problemas sérios de saúde aos portugueses.
A ideia que se procura fazer passar de que os utentes beneficiam destas medidas, porque o Estado distribuirá gratuitamente nos Centros de Saúde a pílula e as vacinas, é falsa, porque na actual situação dos Centros de Saúde - mais de um milhão e 700 mil utentes sem médico de família, carências de enfermeiros (faltam cerca de 5000) e de outros profissionais - estes não têm condições para uma resposta eficaz.
Comparticipada há mais de três décadas, a pílula contraceptiva representou um avanço extraordinário na vida de milhões de mulheres e ao longo de sucessivas gerações, que o governo quer agora comprometer.
A não serem travadas estas medidas os resultados serão desastrosos: um retrocesso civilizacional nas taxas de uso de contracepção que levará ao aumento do número de gravidezes indesejadas, ao aumento do recurso ao aborto, com custos acrescidos no plano da saúde pública e também financeiros para o SNS. Para o PCP, o fim da comparticipação da pílula contraceptiva é inseparável de uma opção ideológica que ao longo dos anos foi derrotada pela luta das mulheres pelo direito à saúde e à sua emancipação.
Da mesma forma, o caminho do fim da comparticipação das vacinas inscritas no Plano Nacional de Vacinação que o governo pretende inaugurar, longe de constituir uma qualquer poupança para o Estado, traduzir-se-à, no médio longo prazo, a custos acrescidos com tratamentos e internamentos por falta de cuidados primários, sobretudo das populações mais carenciadas.
3 - O PCP chama a atenção para as manobras em curso no sentido de fragilizar ainda mais o SNS e transmitir dele uma imagem de incapacidade e desumanização que provoque o descontentamento de milhões de utentes - cada vez mais limitados no acesso aos cuidados de saúde - empurrando-os - para o acesso aos serviços privados.
A defesa do SNS, universal, geral e gratuito é um imperativo nacional. Uma exigência que reclama a intensificação da luta dos trabalhadores, dos movimentos de utentes e das populações em geral em defesa do acesso à saúde como um direito e pela rejeição do programa de agressão assumido pelo PSD, PS e CDS, sob o qual está em curso o actual rumo de desastre nacional.

Festa do Avante 2011 - Vê, partilha e divulga as imagens que a TV não mostrou

Festa do Avante 2011 - Vê, partilha e divulga as imagens que a TV não mostrou


Festa do Avante 2011 - Vê, partilha e divulga as imagens que a TV não mostrou

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Comício da Festa do “Avante!”

Intervenção de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP, Quinta da Atalaia, Amora Seixal, Comíco da 35ª Festa do Avante!
Comício da Festa do “Avante!”
Domingo 4 de Setembro de 2011
Aqui estamos neste fazer e refazer desta Festa de paz, de amizade entre os povos, de solidariedade e fraternidade, contra a exploração, neste chão nosso do qual brota todos os anos uma explosão de criatividade, convicções e alegria, corporizada por esta imensa participação a que a juventude dá uma marca impressiva, juventude que dando cor à vida dá cor à nossa Festa do «Avante!».
VER INTERVENÇÃO COMPLETA EM Comicio da Festa do "Avante"

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Confirma-se o maior despedimento de sempre de professores


Nota do Gabinete de Imprensa do PCP

Confirma-se o maior despedimento de sempre de professores


1. Tal como o PCP tinha alertado no passado dia 12 de Agosto, em nota do Gabinete de Imprensa, soube-se ontem, com a divulgação dos resultados do concurso para a colocação de professores, que o Governo do PSD/CDS-PP concretizou o maior despedimento de professores jamais realizado em Portugal. Mais de 37.000 professores contratados, alguns com muitos anos de serviço, ficaram no desemprego.
Este é o resultado natural de uma política educativa definida unicamente numa perspectiva economicista, não tendo em conta a realidade da Escola Pública e muito menos, a importância dos docentes no processo de aprendizagem das crianças e dos jovens.
O fecho de mais de 3500 escolas do 1º ciclo do Ensino Básico nos últimos cinco anos, a constituição de dezenas de Mega-agrupamentos, o aumento do número de alunos por turma no 1 e 2º ciclo do Ensino Básico, o fim da área projecto e a redução do crédito de horas atribuídos às escolas, são, entre outras malfeitorias concretizadas contra a Escola Pública nos últimos anos, a causa principal deste despedimento colectivo.
2. A máscara caiu em definitivo! Ainda há poucos dias a comunicação social fazia o relato de uma intervenção do Ministro da Educação, numa iniciativa do PSD, em que afirmava que o mais importante na Educação era melhorar a aprendizagem dos alunos, tese que é totalmente contrariada pelos resultados deste concurso para a colocação de professores. Deixar sem colocação 37.000 professores, muitos deles com anos de experiência no ensino apesar de não terem vínculo efectivo, a que se deve juntar os cortes de dezenas de milhões de euros no Orçamento do Estado para os próximos anos, é tudo menos preocupação com a qualidade do ensino e com o combate ao insucesso e abandono escolares.
Com o argumento da crise esta obsessão contra a Escola Pública vai continuar. Nas medidas ontem anunciadas pelo Ministro da Finanças mantém-se a decisão de encerrar mais escolas do 1º ciclo e de continuar o processo de constituição de Mega-agrupamentos, o que significa mais despedimentos nos próximos anos.
3. Aos professores agora despedidos e aos outros trabalhadores da educação que também têm vindo a ser afectados por uma política determinada pelos ditames do pacto de submissão e agressão, o PCP manifesta toda a sua disponibilidade e empenhamento para uma luta sem tréguas em defesa do direito ao trabalho com direitos.
Aos pais dos alunos fortemente atingidos por este despedimento colectivo e aos alunos, os mais prejudicados com estas decisões, o PCP reitera a convicção de que esta não é uma situação inevitável e que existe um caminho alternativo e por isso a luta pelo direito à Educação e ao ensino, concretizado através de uma Escola Pública de qualidade, gratuita, uma escola para todos é um imperativo nacional nesta fase da vida nacional.