quinta-feira, 7 de julho de 2011

NOTICIAS DE ILDA FIGUEIREDO

ACTIVIDADE NO PARLAMENTO EUROPEU

É inadmissível que as agências de notação continuem a sua acção de ataque à dívida soberana dos países de economias mais frágeis apenas para benefício dos grupos financeiros a quem servem. 

É tempo da União Europeia acabar com esta situação antes que Grécia, Portugal e Irlanda se afundem com as politicas neoliberais e anti-sociais. Mais uma vez repetimos isto em Estrasburgo.

ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO

Os Deputados comunistas na Assembleia da República, questionaram o governo sobre a situação nos estaleiros navais de Viana do Castelo.  

Estaleiros de Viana
Defender o emprego e a empresa
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Introduzida no centro do debate foi ainda a questão dosEstaleiros Navais de Viana do Castelo, nomeadamente o anúncio pela administração do despedimento de cerca de metade dos seus trabalhadores.


O tema foi suscitado pelo deputado comunista António Filipe na segunda ronda de perguntas ao primeiro-ministro, face ao silêncio por este até aí mantido numa questão de candente actualidade e importância como é esta.


«O Governo que diz que o mar é um grande desígnio, que tem um Ministério dedicado ao mar, que refere a produção nacional como fundamental para o nosso País, perante uma empresa estratégica como esta não disse ainda rigorosamente nada», observou o parlamentar do PCP, interpretando a omissão como um sinal claro de que o projecto do Governo para a privatização dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo passa pelo referido despedimento.


Sem margem de fuga, Passos Coelho, na resposta, pegou na questão para declarar «solenemente» o óbvio: que o Governo analisará o chamado plano de reestruturação aprovado pelo seu antecessor e «tão rapidamente quanto possível irá dar uma resposta sobre a forma como vai conduzir o problema daqui para a frente».
Antes, porém, foi menos vago e generalista quando se tratou de dizer que os Estaleiros de Viana «não têm garantido (…) as encomendas a preços competitivos que possam representar uma receita sustentável para os próximos anos». E mais preciso foi no aviso que deixou: «não queremos os contribuintes portugueses a pagar mais uma empresa pública que não tem viabilidade nem futuro».


O deputado comunista Honório Novo repegaria no assunto, quando chegou a vez de interpelar o ministro das Finanças, para desmentir categoricamente o primeiro-ministro quanto à inexistência de encomendas. «É mentira», exclamou, asseverando que os Estaleiros de Viana têm neste momento «uma carteira de encomendas, até final de 2014, no valor de 500 milhões de euros. Mais: «têm toda a sua estrutura de produção ocupada, como nunca tiveram nos últimos anos», informou Honório Novo, salientando que não haverá muitos estaleiros actualmente com este nível de ocupação.


E por isso acusou o Governo do PSD e do CDS de ser cúmplice do PS ao tentar despedir 380 trabalhadores com um único objectivo: o de privatizar os Estaleiros.

NOTICIAS DE ILDA FIGUEIREDO

ACTIVIDADE NO PARLAMENTO EUROPEU - Intervenção de Ilda Figueiredo 

Crise financeira, económica e social: recomendações referentes às medidas e iniciativas a tomar


No momento em que discutimos este relatório sobre a crise financeira, económica e social queremos aqui deixar o nosso mais vivo protesto contra os chamados "pacotes de resgate" liderados pela Comissão Europeia, BCE e FMI que estão a ser aplicados na Grécia, na Irlanda e em Portugal.
De facto, trata-se de uma grave ingerência e submissão destes países, cujos povos estão sujeitos a políticas de austeridade e de rapina dos trabalhadores, reformados e outras camadas populares, apenas para favorecer o sector financeiro internacional e grupos económicos que pretendem apoderar-se de empresas estratégicas a baixo custo, através da sua privatização.
Tais pacotes, alicerçados nas políticas neoliberais do reforçado Pacto de Estabilidade e Pacto para o euro mais, na chamada governação económica e na Estratégia 2020, acompanhadas das liberalizações e ataques a direitos sociais e laborais, estão a provocar a recessão nesses países, maior desemprego, mais desigualdades sociais e mais pobreza, pelo que se impõe uma urgente ruptura e mudança de políticas.
Por isso, aqui manifestamos a solidariedade aos trabalhadores e povos em luta contra estas políticas anti-sociais, a quem este relatório, infelizmente, não responde.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

NOTICIAS DE ILDA FIGUEIREDO

ACTIVIDADE NO PARLAMENTO EUROPEU


Esta semana temos sessão plenaria do PE. Em Estrasburgo.Estarão em debate e votação questões da maior importancia, que iremos levantar, como a tentativa de redução em 80 por cento das ajudas alimentares a populações carenciadas, as imposições inaceitáveis a países como Grécia e Portugal. Queremos o fim destas políticas anti- sociais.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

EXTRACTO DE INTERVENÇÃO NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

HOJE NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, FRANCISCO LOPES NA SUA INTERVENÇÃO REFERE SOBRE O CORTE "ROUBO" NO SUBSÍDIO DE NATAL.....
"Sim, este corte não é para resolver os problemas do País, mas para continuar o esbulho, para financiar a especulação e tapar as fraudes. Veja-se, ontem foi anunciado o corte no subsídio de Natal, hoje mesmo foi publicado um despacho em que são transferidos mais mil milhões de euros de dinheiro público para o BPN para serem entregues a quem vai ser dado o banco no processo de privatização. Fica assim claro qual o destino dos 850 milhões do corte do subsídio de Natal.
Por isso aqui afirmamos. A medida de corte do subsídio de Natal foi anunciada mas a única solução é rejeitá-la e abandoná-la. É uma brutalidade a que o PCP diz não. É um saque, uma agressão, um assalto a que os trabalhadores e povo português resistirão."

UM ROUBO ESCANDALOSO AOS DIREITOS CONQUISTADOS COM O 25 DE ABRIL!

Intervenção de Jerónimo de Sousa na Assembleia de República

Programa do governo - PSD/CDS estreiam-se com roubo no subsidio de Natal


O Programa de Governo PSD/CDS apresentado, hoje, na Assembleia da República, traduz um grave ataque aos trabalhadores e ao povo português, as medidas que contem são uma sujeição ao programa assinado pelo PS, PSD e CDS com a troika, querendo ir ainda mais longe anunciando já um roubo no subsidio de natal.