sexta-feira, 10 de junho de 2011

A JUVENTUDE COMUNISTA PORTUGUESA




Foto do Encontro da Unificação


logo
Símbolo da JCP


O que é e o que quer?

Fundada a 10 de Novembro de 1979 (pela unificação da União de Estudantes Comunistas e a União da Juventude Comunista) a Juventude Comunista Portuguesa assume-se, pelos seus objectivos, propostas e acção transformadora, como a organização revolucionária da juventude.
A JCP portadora das tradições revolucionárias e da heróica história de luta de gerações e gerações de jovens comunistas, contra o fascismo, contra o imperialismo e mais tarde pela revolução de Abril, orienta a sua acção tendo como base teórica o marxismo-leninismo, concepção materialista e dialéctica do mundo.



A JCP orienta os seus membros e a sua actividade no espírito do internacionalismo proletário, da cooperação entre as organizações de jovens comunistas e entre as forças juvenis revolucionárias e progressistas, da solidariedade para com os trabalhadores e a juventude dos outros países e para com os povos em luta contra a exploração e a opressão política, social, contra o imperialismo, o colonialismo e o neocolonialismo, o racismo, a xenofobia e o fascismo - pela liberdade, a democracia, o progresso social, a independência nacional, a paz e o socialismo. "Militar é dar vida a um ideal"


Na JCP, os jovens trabalham e lutam ao lado do povo português, ao lado da classe operária e de todos os trabalhadores, com o Partido Comunista Português, formando-se, no espírito de dedicação ao povo e ao país e contribuindo para a construção de uma democracia avançada em Portugal e por uma nova sociedade a construir com o povo, onde não haja lugar à exploração do Homem pelo Homem, onde seja possível a plena concretização dos direitos e aspirações juvenis e em que a vida tenha os mais vastos horizontes de realização individual e colectiva - o Socialismo e o Comunismo.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

PONTE DE LIMA NO «AVANTE!» CLANDESTINO



A FEIRA DE PONTE DE LIMA

No n.º 275, ano 28, Série VI, 2.ª Quinzena de Abril de 1959, a feira de Ponte de Lima é referida, num curto artigo, titulado “Protestos dos Marchantes de Ponte de Lima”.
Escreve-se que “quando cerca de 200 vendedores de gado da região de Ponte de Lima se dirigiam à feira local de gado foram surpreendidos com uma exigência camarária de 3$00 por cada boi, 2$00 por cada porco ou carneiro e 1$00 por cada galinha. Todos se recusaram e reclamaram a entrada no recinto da feira com os seus animais sem o pagamento do imposto camarário.
Como a polícia não cedesse os feirantes indignados espicaçaram os 300 bois que conduziam e que investiram ferindo gravemente um agente da PSP. 

Este incidente é uma consequência da situação em que Salazar deixa as Câmaras Municipais roubando-lhes a maior parte das suas receitas para a sua política de repressão e de guerra o que as leva a sobrecarregar as populações com impostos injustos”.

(publicado no Jornal Avante em Abril de 1959)

PONTE DE LIMA NO «AVANTE!» CLANDESTINO



O LEITE DA CORRELHÃ
“A garra da Organização Corporativa caiu, agora, sobre os produtores de leite da Correlhã (Ponte de Lima)...”, refere o jornal Avante, no seu número 263, de Setembro de 1958.

O leite que estava a ser pago, aos produtores, pelas vendedeiras, a 1$50, o litro, passou a ser comprado, pela “Organização Leiteira”, a 1$20 e 1$30, e com muita demora no pagamento.

Esta situação motivou a indignação dos produtores que, “em número de cerca de 300”, se reuniram em protesto, obrigando “um fiscal a fugir, para não sofrer as consequências dessa justa indignação.

” A mesma medida originou conflitos, também, na Areosa (Viana do Castelo).

(publicado no jornal Avante em Setembro de 1958)

quarta-feira, 8 de junho de 2011

NOTICIAS DE ILDA FIGUEIREDO


ACTIVIDADE NO PARLAMENTO EUROPEU



Hoje, no PE, em Estrasburgo, votámos contra o relatório que estabelece uma proposta para as Perspectivas Financeiras da União Europeia 2014-2020.

Na prática, querem que tudo continue idêntico e não dão respostas para a crise económica e social que se vive.

SURTO DE ESHERICHIA COLI ENTERO-HEMORRÁGICA


JOÃO FERREIRA - joao.ferreira@europarl.europa.eu
32 anos.
Biólogo.
Doutorado em Ecologia.
Sócio-fundador da Associação dos Bolseiros de Investigação Científica.
Intervenção de João Ferreira no Parlamento Europeu
Surto de Escherichia coli entero-hemorrágica nos Estados-Membros da UE
Segunda 6 de Junho de 2011

Perante o surto infeccioso causado pela bactéria E.coli, o PCP denunciou em Estrasburgo que este é mais um caso grave, mas não isolado, de falta de segurança alimentar na UE. Exigiu que os produtores sejam ressarcidos pelos prejuízos que estão a sofrer.
Perante o turbilhão de notícias contraditórias sobre a origem do surto infeccioso causado pela bactéria Escherichia coli entero-hemorrágica, que afectou já centenas de pessoas em diversos países da UE, causando diversas mortes, importa tecer algumas considerações.
A primeira para assinalar que, mais de 15 dias após os primeiros casos terem sido reportados e mais de um mês após as primeiras contaminações, o sistemas europeus de alerta rápido e resposta não foram ainda capazes de determinar a verdadeira fonte de contaminação, tomando-se, a partir daí, as imprescindíveis medidas para impedir a dispersão de alimentos contaminados.
A segunda para lembrar que este é mais um caso grave, mas não isolado, de falta de segurança alimentar na União Europeia. Recordo o debate recente que aqui tivemos sobre os alimentos contaminados por dioxinas. Estes casos são indissociáveis de uma PAC que promove modelos de produção intensiva de cariz exportador; e que inviabiliza, em vez de promover, como seria necessário, a produção e o consumo locais, susceptíveis de garantir uma rastreabilidade mais efectiva e, logo, maior qualidade e segurança alimentar.
Por fim, impõe-se ressarcir os produtores europeus (e não apenas os da área geográfica do surto infeccioso) pelos prejuízos que estão a sofrer. Isto deverá ser feito com medidas comunitárias (porque comum é a política agrícola) - e não apenas nacionais, dadas as óbvias desigualdades que tal iria gerar.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

MENSAGEM DE ILDA FIGUEIREDO

CONFIANÇA NA LUTA

Obrigada a todos os que deram a confiança á CDU no círculo eleitoral de Viana do Castelo.

Tivemos uma importante subida o que fortalece a confiança na luta dos trabalhadores e das populações do Alto Minho na defesa dos seus direitos e do progresso social.

Não fui eleita mas continuarei a dar a maior atenção aos seus problemas como deputada europeia que continuo a ser.

A luta continua.

10 MEDIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO DO CONCELHO

DA RESOLUÇÃO POLÍTICA DA ASSEMBLEIA DE ORGANIZAÇÃO DE PONTE DE LIMA DO PCP

10 Medidas para o desenvolvimento do Concelho

IV – OUTRO RUMO NOVA POLÍTICA AO SERVIÇO DA POPULAÇÃO E DO CONCELHO
A actual situação de retrocesso, de estagnação, de dificuldade económica e social do distrito é, no essencial, o resultado das políticas de direita dos sucessivos governos com composições partidárias diversas (envolvendo PS, PSD e CDS/PP), que nunca assumiram, para o distrito e para o concelho, políticas de desenvolvimento capazes de contribuírem para o progresso do País e para a resolução da crise.

Nesta degradante e preocupante situação não está ilibada a acção dos Municípios do distrito, desde o PS, PSD e CDS, que com a sua inércia e gestão inoperantes, nas questões económicas e sociais, nada fizeram junto do Poder Central para que fossem implementadas políticas e medidas concretas para alterar as assimetrias e a situação existentes.

No capítulo III salientamos os 10 principais sectores em termos de trabalho por conta de outrem. Os dados estatísticos evidenciam que ocupam um lugar destacado, a construção civil, o comércio e as indústrias de mão-de-obra intensiva e mal remunerada.

Para alterar esta tendência, que se mantém há décadas, é imprescindível outra política, uma política ao serviço das populações e dos trabalhadores, nomeadamente:

1. Uma política económica que proporcione o desenvolvimento harmonioso em todo o território do distrito e do concelho com a salvaguarda do ambiente e da melhoria das condições de vida das populações.

2. Uma política que promova o interesse regional, defendendo e estimulando o aparelho produtivo e a produção regional em todas as suas vertentes; pondo fim ao desmantelamento de serviços públicos essenciais (água, saúde, educação, segurança social, transportes, electricidade, entre outros) garantindo a sua prestação com critérios de qualidade; proporcionando uma política fiscal de apoio aos pequenos e médios empresários da região.

3. Uma política de desenvolvimento que passa pelo aumento substancial do investimento público no distrito, nomeadamente com, dotações de verbas e investimentos no PIDDAC muito superior às praticadas nos últimos anos.

4. Políticas que valorizem os recursos marinhos, a orla costeira, actividade portuária e os Estaleiros Navais de Viana Castelo. Uma política de revitalização da actividade agrícola, nomeadamente da produção vitivinícola e florestal.

5. Uma política de investimento das vias rodoviárias estruturantes, Nacionais e Municipais, rejeitando as portagens na A28, defendendo que esta via continue a ser um itinerário complementar de grande importância para o distrito; bem como o investimento para um melhor aproveitamento e melhoria da via ferroviária.

6. Uma política que trave as subidas de preços de bens e serviços essenciais como a electricidade e os transportes.

7. Uma política de saúde que privilegie a resolução dos problemas dos utentes, com mais e melhores equipamentos e meios humanos nos centros de saúde e horários de funcionamento que correspondam às necessidades das populações. Uma política que trave as subidas de preços de bens e serviços essenciais como a electricidade e os transportes.

8. Uma política social que garanta o trabalho com direitos e o emprego de qualidade; de combate ao desemprego; valorizando os salários, defendendo o sistema público da segurança social.

9. Uma política educativa não assente em encerramento de escolas e ataque aos professores; que defenda e valorize o património natural e cultural da região como factor de desenvolvimento, na afirmação da identidade cultural.

10. Propomos a Regionalização, consecutivamente adiada, e a descentralização de meios e competências, elementos para o desenvolvimento económico, social e cultural sustentado e equilibrado como um contributo fundamental para articular necessidades, planos e meios, para o desenvolvimento do distrito e do concelho.